Home Data de criação : 10/09/10 Última atualização : 12/05/05 08:12 / 51 Artigos publicados

O Rei e o Menino  escrito em sábado 05 maio 2012 08:09

O Rei e o Menino

 

Está chegando a nossa família mais um integrante para reforçar o quadro, desta feita um menino, o filho de Renato, que traz consigo o nome de um homem que fez história e que marcou uma nação até os dias de hoje. O filhinho de meu sobrinho se chamará DAVI. Um nome de peso, um curto nome, mas de uma entonação esplendorosa, impactante. Davi, duas consoantes e duas vogais que reverberam nas ondas cerebrais quando pronunciadas, que nos remete a memória de um grande homem que neste planeta pisou e sobre ele, fiz um breve resumo, na verdade, uma síntese de alguns momentos de sua vida.

 

Ao pequeno Davi, o sergipinho, quero lhe dar os votos de boas vindas, apesar das distancias que nos separam, dizer-lhe o quanto fiquei feliz com a notícia de sua chegada, mais uma benção que vem para compor esta abençoada família. Sobre seu nome, as palavras abaixo dirão. Você meu querido, também será um grande homem, um grande homem de Deus, com a Graça dEle. O Senhor te abençoe, filho. Deus te abençoe!

 

Seu Tio – O Velho Forrest

 

 

Sobre o rei, foi um dos maiores que ocupou o trono de Israel, conhecido na bíblia como: “um homem segundo o coração de Deus”, tamanha era sua comunhão com o pai celestial. Além de ser um grande governante, também se destacava por ser um exímio guerreiro combatente a frente do exército de Israel, um estrategista em todo sentido literal da palavra, sobre tudo, um homem amigo de seus amigos, cordato, um líder nato. O mais novo entre seus irmãos, ainda jovem, foi escolhido por Deus, que ordenou ao profeta Samuel que o separasse para assumir o trono de Israel. Sua primeira aparição pública deu-se na conhecidíssima batalha contra o gigante Golias, que fora derrotado com uma funda, arma que se resumia a um pedaço de pano que arremessava pedras. Fato este que provocou ciúmes no primeiro rei de Israel, Saul, a quem Davi sucederia, a ponto de persegui-lo implacavelmente durante longo tempo. No entanto, o perseguidor em momento algum levantou sua mão contra seu algoz, pelo contrário, pedia a Deus que tudo aquilo passasse, pois jamais se voltaria contra um rei que fora colocado por Deus. Retorna ao trono e consegue vitórias e mais vitórias aos hebreus. Afasta todos os inimigos e sela a paz com os vizinhos e reinados distantes, sua fama percorre distancias, tanto como governante, como a de um homem espiritual. Mas, no meio do caminho eis que se surge seu filho, Absalão, que tomado de uma cegueira incomum decide perseguir seu pai para matá-lo e usurpar-lhe o trono e mais uma vez Davi se volta para Deus e pede que o livre daquilo. Passado mais este embate, retorna ao trono e governa até o dia da sua morte quando antes de seu último suspiro passa a coroa para seu filho, outro grande rei, não guerreiro, mas um inteligentíssimo e sábio homem, Salomão.

Davi detinha uma liderança e respeito que é motivo de estudos. Numa certa ocasião, fugindo de uma perseguição de Saul, encontrava-se dentro de uma caverna e num momento de saudosismo pensou alto e disse que como seria bom tomar um pouco da água do poço que está junto a porta de Belém. Um dos poços da cidade que tanto amava, Jerusalém. Seus amigos ouvindo isto desceram da montanha, passaram pelo acampamento inimigo, e retornaram com a água para ofertar a Davi, que vendo o esforço, ofereceu aquele bocado de água como oferta a Deus, dizendo que jamais faria isso, colocar em risco a vida de seus comandados.

O que mais ardia em seu coração, era poder construir um templo para Deus. No entanto, por ser um homem de guerra, Deus lhe revelou que ele não construiria, mas que seu filho o faria. Então, Davi juntou o material do que melhor pudera encontrar e antes de fechar os olhos chamou o jovem Salomão e passou todas as instruções, tanto do templo, como o que teria que fazer para iniciar seu governo. Interessante na construção do templo é de quem levantaram sem fazer o menor ruído, o menor barulho não foi ouvido, tudo em reverência, respeito e temor a Deus. Davi não chegou a ver seu desejo se realizar, mas, deixou pronto para que seu filho realizasse.

“Um homem segundo o coração de Deus”, deixou um legado de respeito, de afinidade, para com Deus. Davi foi sobre tudo um homem de oração, nas mais variadas situações em que sua vida corria perigo, ao invés do desespero, buscava a oração, clamava a Deus por seus momentos difíceis e quando retornava tudo a sua volta mudava. Foi protagonista de uma história como poucos, governou Israel durante 40 anos, sendo 07 em Hebrom e o restante em Jerusalém, a cidade do seu coração. Escreveu belos e lindos Salmos, nos quais, marca sua amizade com Deus, fosse na derrota, na vitória ou em lugares comuns, Deus era enaltecido em suas palavras.

“Dá-me a conhecer, Senhor, o meu fim, qual a soma dos meus dias, para que conheça a fragilidade. Deste aos meus dias o comprimento de alguns palmos; à tua presença, o prazo da minha vida é nada. Na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é pura vaidade.” (Salmo 39:4-6). Salmo de Davi.

“Bem aventurado o homem que põe no Senhor a sua confiança e não pende para os arrogantes nem para os afeiçoados à mentira”. (Salmo 40:4)

“ O Senhor é o meu Pastor, nada me faltará. Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso, refrigera-me a alma. Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome, ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo, o teu bordão e o teu cajado me consolam. Preparas-me uma mesa na presença dos meus adversários, unges-me a cabeça com óleo; o meu cálice transborda. Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na Casa do Senhor pra todo o sempre”. (Salmo 23).

 

Forrest V

 

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Clamor  escrito em sexta 27 abril 2012 01:52

Clamor

 

Palavra frequentemente usada por grupos religiosos em dias de hoje, que reflete impactando como um chamamento para as pessoas, adeptos, enfim. “No dia tal, faremos um clamor pela prosperidade”.  As frases, jargões, chamados, apenas mudam o sentido do objetivo, mas, acompanhados chegam da palavra clamor. O significado desta palavra varia desde um brado por uma queixa, protesto, reclamação, passando por um profundo grito de desespero por algo que atente contra ou coloque a vida de alguém em perigo.

Na bíblia encontramos situações em que o povo literalmente clamava a Deus pedindo por suas vidas, diferentemente do que temos visto em nossos dias. Um Exemplo que abrange bem o significado da palavra clamor, encontramos no Livro de 1Samuel no capítulo 7. Depois de exortar o povo israelita a voltar para os caminhos do Senhor, ele os convoca a se fazerem presentes na cidade de Mispa, local  no qual se encontrava a Arca do Senhor, para uma grande concentração de adoração. Entretanto, bem próximo dali, noutra região, os filisteus ao tomarem conhecimento de que Israel se reuniria, achando que seria um ajuntamento para guerra, uniu seus exércitos e decidiram partir para um ataque de extermínio contra os hebreus. Em contra partida, os israelitas sabendo que corriam perigo, e lembrado de episódios passados, de guerras travadas com estes inimigos não tiveram escolha:

“Então disseram os filhos de Israel a Samuel: Não cesses de clamar ao Senhor, nosso Deus, por nós, para que nos livre da mão dos filisteus”. 1Sm 7:8

Observe na frase acima a colocação da palavra clamar. Não seria um pedido qualquer, note nas entrelinhas do versículo o desespero do povo. Veja o que está contido neste pedido ao profeta. Profundo, puro e total desespero. Suas vidas estavam ameaçadas.

A resposta do profeta vem no versículo seguinte acompanhada de suas ações em prol do que lhe fora solicitado. Mesmo o próprio Samuel, no mais perfeito equilíbrio, sem sombra de dúvidas era um homem que mantinha um profundo grau de afinidade com Deus, não esconde sua preocupação, observe no modo como o profeta se dirige ao Senhor:

“Tomou, pois, Samuel um cordeiro que ainda mamava e o sacrificou em holocausto ao Senhor; clamou Samuel ao Senhor por Israel, e o Senhor lhe respondeu”.

1Sm 7:9

O episódio é retratado num capítulo e o que estamos trazendo resume-se a dois versículos. Aparentemente, lendo, vemos a cena transcorrer rápida, o texto não delimita o tempo gasto, no entanto, penetrando nas entrelinhas da passagem, veremos que nada aconteceu de uma hora para outra, especialmente nas ações do profeta e sua petição a Deus em favor do povo. É provável que Samuel tenha se retirado, procurado isolamento e antes ou depois de fazer o sacrifício tenha orado copiosamente, desesperadamente, pedindo por suas vidas. É provável que o profeta tenha orado por horas e horas, dias a fio, talvez por dias, dias de desespero, dias de oração e de um intenso e verdadeiro clamor. Repito: no mais profundo sentimento de sua alma. Talvez sob forte choro, um choro oriundo de um coração que sentia o iminente perigo se aproximando. Quem sabe, talvez por dias, em jejum, isolado. A passagem não apresenta estas situações, mas trazendo outros exemplos de Homens de Deus e suas orações em momentos similares e fazendo uma comparação, poderemos tirar conclusões do grau de invocação pelo qual passaram, primeiro o povo e depois Samuel. Em seguida, após as petições do profeta, o Senhor atendeu e livrou Israel da mão de seus algozes.

Clamor: Pense consigo mesmo. Será que o clamor que tanto divulgam, que tantas vezes ouvimos, tem alguma relação com o que encontramos na Bíblia? O clamor atual seria por salvação de vidas e almas ou apenas rodeia o campo da prosperidade? Reflita!

 

 

Ir. Cavalcanti –

abril 2012

IBR Valentina

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Dias de Oração  escrito em domingo 11 março 2012 08:21

Blog de vozesdeemaus :Vozes de Emaús, Dias de Oração

Então disse o SENHOR a Josué: Levanta-te; por que estás prostrado assim sobre o teu rosto? Israel pecou, e transgrediram a minha aliança que lhes tinha ordenado, e tomaram do anátema, e furtaram, e mentiram, e debaixo da sua bagagem o puseram”. (Josué 7:10-11).

 

Nalgumas vezes não conseguimos entender o que nos cerca, buscamos respostas e não encontramos. Apesar de não achar os resultados, firmamo-nos em nosso conhecimento, quando em situações assim deveríamos nos entregar a Deus.

 

Todos os domingos a noite no culto que culminava com o final de semana daquela igreja, o pastor transmitia de sua tribuna no templo  as mensagens que cuidadosamente preparava. Os temas, na maioria evangelísticos, mexia com todos que ouviam, inclusive com o pregador. Quase repetidamente no decorrer da explanação das mensagens, congregados e ouvintes se emocionavam com o teor das palavras a ponto de alguns chorar. Choravam por sentir o peso das palavras em suas vidas. Choravam por sentir o sacríficio de Cristo refletido em suas pobres vidas. Choravam reconhecendo o poder de Deus que os atingia através das palavras proferidas na pregação. Do lado contrário, não muito diferente de suas ovelhas em meio as mensagens o pastor sentia o peso que trazia e também, havia dias que  não suportava e se emocionava.

 

Os dias se seguiram com as pregações dominicais cada vez mais mexendo com o corpo da igreja. Após os sermões alguns chegavam a dizer que se não fossem convertidos o fariam naquela noite, tamanho o impacto da mensagem que ouviram. Era um momento diferente pelo qual passava a igreja. Nos dias de culto a congregação recebia vários visitantes, pessoas ávidas em ouvir a Palavra de Deus, mas, apesar do que ouviam e viam, não decidiam por entregarem suas vidas a Jesus Cristo. As conversões não aconteciam.

 

Sentido como ninguém tudo  que envolvia sua igreja, o pastor começou a inquietar-se, na verdade, passou a procurar respostas, algo concreto que lhe direcionasse sobre o que estavam vivendo. As pessoas recebiam, sentiam, vivenciavam as mensagens, mas nada mudava.  Como era seu costume, todos os dias recolhia-se a seus aposentos e de joelhos orava copiosamente a Deus pedindo respostas. Suas orações eram fervorosas, clamava ao Senhor pedindo que aquele momento passasse  e ao mesmo tempo pedia forças para continuar lutando, não desistiria, mas também pedia a Deus uma resposta, para onde estaria sendo direcionado. Seu dilema perdurou por alguns dias chegando ao ponto de perguntar se o causador daquelas incertezas não seria ele mesmo, pois os dias avançavam e o movimento de realidades e incertezas continuava. Mensagens fortes, pregações impactantes, porém nenhum resultado.

 

Naquela semana, quase esgotado e sem conseguir  encontrar o que fazer, na verdade, rodeado de dúvidas, o pastor começou a questionar-se sobre o que pregaria, qual mensagem levaria no próximo domingo. Os dias avançavam trazendo na sequencia o final de semana que se aproximava e o sermão para o domingo à noite nem havia iniciado. Ao amanhcer de mais um dia, recolheu-se a seu local de estudos, pegou a  bíblia e começou a folheá-la com o propósito de encontrar nalguma página, nalgum texto, uma passagem que lhe falasse sobre o que prepararia para a pregação. As folhas eram reviradas e observadas minuciosamente mas nada encontrou. A esta altura os dois primeiros livros haviam passado, Genesis e Exôdo. A partir dali uma momentanea e rápida inquietude começava a aflorar em seu pensamento, no entanto, algo mais forte em seu coração dizia para continuar virando as páginas e procurando, até que depois de um longo tempo chegou ao Livro de Josué, mas precisamente no capítulo sete que traz no título: Os Israelista derrotados em Ai -  Acã.  O pastor parou por instantes, leu o capítulo e começou a sentir algo diferente. Aquela passagem trazia algo que mexia com seu coração. Repetiu a leitura, levantou pontos e a proporção que relia, seu pensamento foi alargando e seu coração pedindo mais, ele sentia o Espírito Santo de Deus o dirigindo naquela página. Era algo diferente acontecendo dentro daqueles dias de incertezas.

 

No domingo a noite dissertou para a igreja a passagem falando minunciosamente cada detalhe da história enfatizando sobre o principal da mensagem, “ o anátema”. O que a atitude impensada de Acã ocasionou para os judeus. O gesto de Acã e o anátema foram proferidos de forma clara e objetiva, com riqueza de detalhes mostrando a situação de Israel diante de Deus naquele momento da história e as consequencias que vinham sofrendo.

 

A reação da igreja e do pregador  nesse dia não sei qual foi. Não tenho conhecimento de como se desenvolveu e terminou o culto daquele domingo. Todavia, na segunda-feira, logo as primeiras horas da manhã e durante aquele dia, irmãos da igreja seguiam para a casa pastoral a procura do pastor para se aconselharem e  diziam serem eles, seus modos de vida que estavam obstaculando o crescimento da igreja. As visitas não paravam e quase todas traziam a reboque a mesma situação. O pastor ouvia com paciência, aconselhava e orava com cada um. Os recebia em amor e os despedia em amor, fortalecendo-os, orientando-os a buscarem o Senhor e também os conclamando  para o campo de batalha do evangelho.  Neste ínterim, um dos membros da igreja numa necessidade extrema, convidou o pastor para ir a sua casa pois um de seus irmãos dava mostras de querer dar um fim a sua vida mostrando em seus atos que algo maligno se apoderara dele.  Sem esperar melhor tempo o pregador seguiu para a casa de sua ovelha. Chegando lá encontrou a pessoa que supostamente estaria possessa. Quando o homem de Deus cruzou a porta da casa a entidade se manifestou dizendo:

 

- O que voce quer aqui? Quem é voce para me tirar dele? Nem venha!

 

O pregador dotado de sabedoria, falou com a autoridade que Deus lhe deu:

 

- Eu não vou tirar voce de canto nenhum, quem vai lhe tirar é Jesus Cristo, Ele é quem tem poder para fazer isso.

 

A entidade que possuia o homem voltou a falar:

 

- Me deixe acabar com a vida dele como acabei com a vida do pai e do irmão.

 

Tempos atrás, numa cidade do interior, alguém chegou a casa deste homem chamando por seu pai. Dizia o emissário que ele fosse a um encontro em tal lugar. Quando chegou no local informado, seu pai  recebeu um balaço de espingarda e veio a falecer. Na sequencia, outro filho saiu para ver o que tinha acontecido e também foi alvejado chegando a falecer também.

 

O pastor lembrando-se dessa história disse:

 

- Voce não vai acabar com ninguém. Depois, o ministro de Deus ficou sabendo que no passado, este homem, agora possesso, havia sido oferecido por sua avó a alguma entidade num terreiro espírita.

 

Novamente o espírito maligno voltou a carga, desta feita mudando o assunto.

 

- Voce sabe que a vizinha é intrigada dele?

 

Não houve resposta.  Dali em diante o pastor passou a falar do Sangue de Cristo proferindo orações e pedindo a intervenção Divina para que aquele espírito deixasse aquela pessoa. Com calma, paciência, concentrado na oração, sem gestos exagerados, apenas orando pela vida daquele homem. Os minutos se passaram e instantes depois foi ouvido um forte e profundo respirar, tipo aqueles que vem com um alívio interior. O homem mudou o semblante, deixou cair os braços ao lado do corpo como que relaxando, olhou em direção ao seu irmão, meneou a cabeça e perguntou:

 

- O que foi que aconteceu?

 

O ministro de Deus explicou o ocorrido e passou a explicar sobre a salvação em Cristo Jesus, convidando-o a aceitá-lo em sua vida. O homem entregou sua vida a Cristo.

 

No domingo seguinte a direção do culto foi encerrada. O encarregado pelos louvores passou a palavra ao pregador que tomou posse do pulpito. Ao cumprimentar todos com um cordial boa noite, o pastor observou um bom número de visitantes para ouvir a pregação. Na sequencia dirigiu uma oração ao Senhor pedindo por aqueles momentos que viriam e iniciou a pregação: Um tema evangelístico. Expôs com clareza o propósito de Deus através de Cristo e falou sobre a vida eterna. Como sempre fazia ao final, movido pelo Espírito Santo de Deus, iniciou o apelo perguntando se alguém que ouvira a mensagem e entendera, que  levantasse sua mão como menção publica de receber Cristo em suas vidas. Mal terminou de falar e viu no meio da igreja um braço erguido. Ele disse: Amém!  E mais um amém! E outro. E outro, e assim mãos foram sendo levantadas a ponto do próprio pastor se perguntar o que estaria acontecendo. Foi algo assim tão forte, tão profundo que o pregador não conseguiu mais proferir nenhum amém, literalemtne caiu no chão de joelhos elevando as mãos ao rosto em prantos, agradecendo a Deus por aquele milagre, por  tantas conversões naquela noite.

 

A resposta do Senhor veio na melhor forma possível, veio através de almas sendo entregues a Cristo. A perseverança desse pastor, sua aplicação em buscar continuamente a Deus, resultou em dias de bençãos, como dissemos, do melhor modo imaginável. A oração é o nosso momento de maior intimidade com Deus.

 

“Orai sem cessar”. (1Tes 5:17).

 

Ir. Cavalcanti

 

Jan 2012.

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Dias de Oração  escrito em domingo 11 março 2012 08:16

Blog de vozesdeemaus :Vozes de Emaús, Dias de Oração

Então disse o SENHOR a Josué: Levanta-te; por que estás prostrado assim sobre o teu rosto? Israel pecou, e transgrediram a minha aliança que lhes tinha ordenado, e tomaram do anátema, e furtaram, e mentiram, e debaixo da sua bagagem o puseram”. (Josué 7:10-11).

 

Nalgumas vezes não conseguimos entender o que nos cerca, buscamos respostas e não encontramos. Apesar de não achar os resultados, firmamo-nos em nosso conhecimento, quando em situações assim deveríamos nos entregar a Deus.

 

Todos os domingos a noite no culto que culminava com o final de semana daquela igreja, o pastor transmitia de sua tribuna no templo  as mensagens que cuidadosamente preparava. Os temas, na maioria evangelísticos, mexia com todos que ouviam, inclusive com o pregador. Quase repetidamente no decorrer da explanação das mensagens, congregados e ouvintes se emocionavam com o teor das palavras a ponto de alguns chorar. Choravam por sentir o peso das palavras em suas vidas. Choravam por sentir o sacríficio de Cristo refletido em suas pobres vidas. Choravam reconhecendo o poder de Deus que os atingia através das palavras proferidas na pregação. Do lado contrário, não muito diferente de suas ovelhas em meio as mensagens o pastor sentia o peso que trazia e também, havia dias que  não suportava e se emocionava.

 

Os dias se seguiram com as pregações dominicais cada vez mais mexendo com o corpo da igreja. Após os sermões alguns chegavam a dizer que se não fossem convertidos o fariam naquela noite, tamanho o impacto da mensagem que ouviram. Era um momento diferente pelo qual passava a igreja. Nos dias de culto a congregação recebia vários visitantes, pessoas ávidas em ouvir a Palavra de Deus, mas, apesar do que ouviam e viam, não decidiam por entregarem suas vidas a Jesus Cristo. As conversões não aconteciam.

 

Sentido como ninguém tudo  que envolvia sua igreja, o pastor começou a inquietar-se, na verdade, passou a procurar respostas, algo concreto que lhe direcionasse sobre o que estavam vivendo. As pessoas recebiam, sentiam, vivenciavam as mensagens, mas nada mudava.  Como era seu costume, todos os dias recolhia-se a seus aposentos e de joelhos orava copiosamente a Deus pedindo respostas. Suas orações eram fervorosas, clamava ao Senhor pedindo que aquele momento passasse  e ao mesmo tempo pedia forças para continuar lutando, não desistiria, mas também pedia a Deus uma resposta, para onde estaria sendo direcionado. Seu dilema perdurou por alguns dias chegando ao ponto de perguntar se o causador daquelas incertezas não seria ele mesmo, pois os dias avançavam e o movimento de realidades e incertezas continuava. Mensagens fortes, pregações impactantes, porém nenhum resultado.

 

Naquela semana, quase esgotado e sem conseguir  encontrar o que fazer, na verdade, rodeado de dúvidas, o pastor começou a questionar-se sobre o que pregaria, qual mensagem levaria no próximo domingo. Os dias avançavam trazendo na sequencia o final de semana que se aproximava e o sermão para o domingo à noite nem havia iniciado. Ao amanhcer de mais um dia, recolheu-se a seu local de estudos, pegou a  bíblia e começou a folheá-la com o propósito de encontrar nalguma página, nalgum texto, uma passagem que lhe falasse sobre o que prepararia para a pregação. As folhas eram reviradas e observadas minuciosamente mas nada encontrou. A esta altura os dois primeiros livros haviam passado, Genesis e Exôdo. A partir dali uma momentanea e rápida inquietude começava a aflorar em seu pensamento, no entanto, algo mais forte em seu coração dizia para continuar virando as páginas e procurando, até que depois de um longo tempo chegou ao Livro de Josué, mas precisamente no capítulo sete que traz no título: Os Israelista derrotados em Ai -  Acã.  O pastor parou por instantes, leu o capítulo e começou a sentir algo diferente. Aquela passagem trazia algo que mexia com seu coração. Repetiu a leitura, levantou pontos e a proporção que relia, seu pensamento foi alargando e seu coração pedindo mais, ele sentia o Espírito Santo de Deus o dirigindo naquela página. Era algo diferente acontecendo dentro daqueles dias de incertezas.

 

No domingo a noite dissertou para a igreja a passagem falando minunciosamente cada detalhe da história enfatizando sobre o principal da mensagem, “ o anátema”. O que a atitude impensada de Acã ocasionou para os judeus. O gesto de Acã e o anátema foram proferidos de forma clara e objetiva, com riqueza de detalhes mostrando a situação de Israel diante de Deus naquele momento da história e as consequencias que vinham sofrendo.

 

A reação da igreja e do pregador  nesse dia não sei qual foi. Não tenho conhecimento de como se desenvolveu e terminou o culto daquele domingo. Todavia, na segunda-feira, logo as primeiras horas da manhã e durante aquele dia, irmãos da igreja seguiam para a casa pastoral a procura do pastor para se aconselharem e  diziam serem eles, seus modos de vida que estavam obstaculando o crescimento da igreja. As visitas não paravam e quase todas traziam a reboque a mesma situação. O pastor ouvia com paciência, aconselhava e orava com cada um. Os recebia em amor e os despedia em amor, fortalecendo-os, orientando-os a buscarem o Senhor e também os conclamando  para o campo de batalha do evangelho.  Neste ínterim, um dos membros da igreja numa necessidade extrema, convidou o pastor para ir a sua casa pois um de seus irmãos dava mostras de querer dar um fim a sua vida mostrando em seus atos que algo maligno se apoderara dele.  Sem esperar melhor tempo o pregador seguiu para a casa de sua ovelha. Chegando lá encontrou a pessoa que supostamente estaria possessa. Quando o homem de Deus cruzou a porta da casa a entidade se manifestou dizendo:

 

- O que voce quer aqui? Quem é voce para me tirar dele? Nem venha!

 

O pregador dotado de sabedoria, falou com a autoridade que Deus lhe deu:

 

- Eu não vou tirar voce de canto nenhum, quem vai lhe tirar é Jesus Cristo, Ele é quem tem poder para fazer isso.

 

A entidade que possuia o homem voltou a falar:

 

- Me deixe acabar com a vida dele como acabei com a vida do pai e do irmão.

 

Tempos atrás, numa cidade do interior, alguém chegou a casa deste homem chamando por seu pai. Dizia o emissário que ele fosse a um encontro em tal lugar. Quando chegou no local informado, seu pai  recebeu um balaço de espingarda e veio a falecer. Na sequencia, outro filho saiu para ver o que tinha acontecido e também foi alvejado chegando a falecer também.

 

O pastor lembrando-se dessa história disse:

 

- Voce não vai acabar com ninguém. Depois, o ministro de Deus ficou sabendo que no passado, este homem, agora possesso, havia sido oferecido por sua avó a alguma entidade num terreiro espírita.

 

Novamente o espírito maligno voltou a carga, desta feita mudando o assunto.

 

- Voce sabe que a vizinha é intrigada dele?

 

Não houve resposta.  Dali em diante o pastor passou a falar do Sangue de Cristo proferindo orações e pedindo a intervenção Divina para que aquele espírito deixasse aquela pessoa. Com calma, paciência, concentrado na oração, sem gestos exagerados, apenas orando pela vida daquele homem. Os minutos se passaram e instantes depois foi ouvido um forte e profundo respirar, tipo aqueles que vem com um alívio interior. O homem mudou o semblante, deixou cair os braços ao lado do corpo como que relaxando, olhou em direção ao seu irmão, meneou a cabeça e perguntou:

 

- O que foi que aconteceu?

 

O ministro de Deus explicou o ocorrido e passou a explicar sobre a salvação em Cristo Jesus, convidando-o a aceitá-lo em sua vida. O homem entregou sua vida a Cristo.

 

No domingo seguinte a direção do culto foi encerrada. O encarregado pelos louvores passou a palavra ao pregador que tomou posse do pulpito. Ao cumprimentar todos com um cordial boa noite, o pastor observou um bom número de visitantes para ouvir a pregação. Na sequencia dirigiu uma oração ao Senhor pedindo por aqueles momentos que viriam e iniciou a pregação: Um tema evangelístico. Expôs com clareza o propósito de Deus através de Cristo e falou sobre a vida eterna. Como sempre fazia ao final, movido pelo Espírito Santo de Deus, iniciou o apelo perguntando se alguém que ouvira a mensagem e entendera, que  levantasse sua mão como menção publica de receber Cristo em suas vidas. Mal terminou de falar e viu no meio da igreja um braço erguido. Ele disse: Amém!  E mais um amém! E outro. E outro, e assim mãos foram sendo levantadas a ponto do próprio pastor se perguntar o que estaria acontecendo. Foi algo assim tão forte, tão profundo que o pregador não conseguiu mais proferir nenhum amém, literalemtne caiu no chão de joelhos elevando as mãos ao rosto em prantos, agradecendo a Deus por aquele milagre, por  tantas conversões naquela noite.

 

A resposta do Senhor veio na melhor forma possível, veio através de almas sendo entregues a Cristo. A perseverança desse pastor, sua aplicação em buscar continuamente a Deus, resultou em dias de bençãos, como dissemos, do melhor modo imaginável. A oração é o nosso momento de maior intimidade com Deus.

 

“Orai sem cessar”. (1Tes 5:17).

 

Ir. Cavalcanti

 

Jan 2012.

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Aniversário de Casamento  escrito em quinta 16 fevereiro 2012 10:29

Blog de vozesdeemaus :Vozes de Emaús, Aniversário de Casamento
ANIVERSÁRIO DE CASAMENTO
 
Não sei de onde partiu ou como surgiu a data na qual se comemora o transcorrer de um ano de comunhão na vida de um casal. Para cada ano alcançado um nome é atribuído: Inicia com as “Bodas de Papel”, para o primeiro e termina com as “Bodas de Jequitibá”, que culmina com os cem anos. Não tenho conhecimento de algum casal que tenha chegado a tanto, no entanto, as datas mais lembradas são as Bodas de Prata e as Bodas de Ouro, que marcam respectivamente os vinte e cinco e os cinqüentas anos de enlace matrimonial. Em paralelo ao que venho escrevendo, chegam as datas natalícias, geralmente ou raramente as esquecemos, por um motivo ou outro lembramos, comemoramos, enfim. Mas, e os aniversários de casamento? Qual é a minha visão sobre esta data? Como tenho lembrado e que sentido tem em minha vida?

Após criar o homem, o Senhor Deus viu que ele estava só e para preencher o vazio que o cercava, deu-lhe a mulher, extraída de uma de suas costelas. “E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele”. Gênesis 2:1Naquele instante surgia a mais antiga e maior instituição criada até hoje, que iniciou com a união do homem e da mulher. Um pouco a frente o Senhor volta a dizerPortanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne. 2:24.
Trouxe o princípio para entendermos melhor o que traz o título. O aniversário de casamento deve ser trazido como um fator de muita relevância na vida de uma família. Diria que se coloca até sobre a data natalícia do casal, uma vez que partindo destes versículos bíblicos, ver-se a intensidade da união, a confluência ilimitada do enlace matrimonial, de forma tal, que ultrapassa os limites do pensamento. Eis a razão do escritor sagrado dizer: “Há três coisas que são maravilhosas demais para mim, sim, há quatro que não entendo: o caminho da águia no céu, o caminho da cobra na penha, o caminho do navio no meio do mar e o caminho do homem com uma donzela”.Observe a Palavra, ela diz que são os dois em um, ou seja, um e algo mais. Algo acima da razão e da lógica humana. Uma soma que só é possível com o casamento, particularidade de um homem e uma mulher que se amam e resolvem viver juntos até que a morte os separe. 

O aniversário de casamento passa a ser a principal e mais importante data, conforme dissemos, pois é uma data única para dois que na verdade são um, uma comemoração em dobro e um motivo a mais para lembrar a união estabelecida por Deus.

Para vocês, parabéns pelos próximos aniversários de casamento e que sejam comemorados com muita alegria e vibração, afinal, serão dois em um.

 
Ir. Cavalcanti
11.02.201
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